Taxa de rejeição: bom ou ruim?
Quem utiliza softwares de estatísticas para páginas web já se deparou várias vezes com esse termo: Taxa de Rejeição.
O Google define taxa de rejeição como o seguinte:
“A porcentagem de visitas a uma única página (como as visitas em que uma pessoa sai do seu site na mesma página em que entrou).”
Olhando por um lado, parece ruim, pois dá a entender que a pessoa entrou no seu site, não gostou do conteúdo e saiu rapidamente sem ver outras páginas do site. Mas pode ser diferente.
Vamos supor que estamos buscando por notícias sobre o “Novo Volkswagen Gol” no Google, e nos deparamos com centenas de resultados. Aí uma das primeiras notícias nos leva a um site onde explica tudo sobre o novo Gol, com fotos, valor, motorização, acessórios, etc. Então ficamos lendo tudo, vendo as fotos e nos satisfazemos com aquela informação e pronto. Encontrado o que eu estava procurando, saio do site. Fui ali só pra ler aquela notícia e saí satisfeito com a informação que encontrei.
E isso acontece demais, muitas pessoas entram em sites através de mecanimos de buscas à procura de informações. Achada a informação, a pessoa entra no site, lê e sai logo em seguida. O webmaster desavisado vai achar que o site que ele fez é ruim, pois a taxa de rejeição está alta, mas se olharmos bem, ela não é tão ruim assim, pois pode ter satisfeito centenas de usuários com as informações que eram necessárias naquele determinado momento. Se o site for bem otimizado (SEO), aquele usuário pode voltar novamente ao site ao realizar novas buscas em sites de pesquisas.
Assim, concluímos que o termo “rejeição”, que leva ao negativismo, pode ter seu lado bom às vezes, tudo depende do que o usuário desejar e estiver procurando.

