Arquivar para SEO

Taxa de rejeição: bom ou ruim?

Quem utiliza softwares de estatísticas para páginas web já se deparou várias vezes com esse termo: Taxa de Rejeição.

O Google define taxa de rejeição como o seguinte:

“A porcentagem de visitas a uma única página (como as visitas em que uma pessoa sai do seu site na mesma página em que entrou).”

Olhando por um lado, parece ruim, pois dá a entender que a pessoa entrou no seu site, não gostou do conteúdo e saiu rapidamente sem ver outras páginas do site. Mas pode ser diferente.

Vamos supor que estamos buscando por notícias sobre o “Novo Volkswagen Gol” no Google, e nos deparamos com centenas de resultados. Aí uma das primeiras notícias nos leva a um site onde explica tudo sobre o novo Gol, com fotos, valor, motorização, acessórios, etc. Então ficamos lendo tudo, vendo as fotos e nos satisfazemos com aquela informação e pronto. Encontrado o que eu estava procurando, saio do site. Fui ali só pra ler aquela notícia e saí satisfeito com a informação que encontrei.

E isso acontece demais, muitas pessoas entram em sites através de mecanimos de buscas à procura de informações. Achada a informação, a pessoa entra no site, lê e sai logo em seguida. O webmaster desavisado vai achar que o site que ele fez é ruim, pois a taxa de rejeição está alta, mas se olharmos bem, ela não é tão ruim assim, pois pode ter satisfeito centenas de usuários com as informações que eram necessárias naquele determinado momento. Se o site for bem otimizado (SEO), aquele usuário pode voltar novamente ao site ao realizar novas buscas em sites de pesquisas.

Assim, concluímos que o termo “rejeição”, que leva ao negativismo, pode ter seu lado bom às vezes, tudo depende do que o usuário desejar e estiver procurando.

O que é Tableless?

Muito se fala hoje em dia sobre sites em Tableless. Que tableless é o futuro, que deixa os sites mais rápidos, etc etc. Veremos o porquê.

Tableless em inglês significa “ausência de tabelas”, ou seja, o site é construído totalmente sem tabelas, somente com divisões, as famosas <div></div>.

Veja abaixo como ficaria a troca de uma tabela por uma div.

Tabela:

<table>
<tr>
<td>Conteúdo da Tabela</td>
</tr>
</table>

Divisões:

<div>Conteúdo da Tabela</div>

No código da tabela temos 51 caracteres, já no código em div temos apenas 29, quase metade. Isso em um site grande traz ótimos benefícios, como redução do tamanho dos arquivos, agilidade no carregamento do site e menor consumo de banda.

Outro fator super importante num site em Tableless, é a possibilidade de mudar inteiramente o layout de todo um site, modificando apenas um arquivo, o arquivo de estilos (CSS).

Como funciona? Depois de estruturarmos nosso arquivo com as divs, atribuímos uma identificação para cada parte do site, através do atributo id ou class. Vamos supor que a div criada acima tenha o id=”conteudo”, basta então criarmos um arquivo estilo.css com o seguinte código:

#conteudo { background-color:blue; }

Com isso o fundo de nossa div fica azul, sem modificar uma linha do arquivo onde está estruturado o site. Esse exemplo de background é apenas um dos muitos que existem. Podemos modificar tamanho, cor, borda, margem, fonte, imagem e dezenas de outras funções para definirmos o layout de nosso site. Tais atributos também podem ser aplicados a diversos outros elementos, como <p>, <ul>, <img>, <a>, etc.

Outro benefício dos sites em Tableless é a leitura deles pelos robôs de busca (Google, Yahoo, MSN, etc). Como esses robôs varrem os sites desabilitando o estilo, o site fica muito mais atrativo e organizado, tornando assim muito mais fácil a indexação de seu conteúdo, e consequentemente, uma melhor colocação nos resultados das buscas.

Mais pra frente falarei de outras funções para se construir um site em Tableless.

Ah lembrando que eu aprendi Tableless fazendo o Curso da Visie, com o Professor Diego Eis. Vale a pena entrar no site dele pois tem um conteúdo muito bom para quem deseja aprender mais sobre tableless www.tableless.com.br

iPhone é o termo que mais cresceu nas buscas do Google

Pra quem não conhece, o Google Zeitgeist é um site do Google onde é possível ver as estatísticas de buscas em quase todos os países. Assim, a cada mês ele atualiza a lista com as 10 palavras-chave mais buscadas em determinadas regiões do mundo.

E ele acaba de divulgar uma lista com os termos que mais cresceram nas buscas, e também os que mais caíram, em termos de pesquisas realizadas pelo seu buscador.

Como podemos ver na imagem abaixo, o mais popular celular do mundo, o iPhone, foi o termo que mais cresceu em volume de buscas e a palavra world cup, a que mais decresceu.

google-zeitgeist-07.jpg

Agora, desconheço as palavras webkins e badoo, que são as duas que encabeçam a lista das mais buscadas nos EUA e no resto do mundo.

Vale lembrar que o Google Zeitgeist é uma excelente ferramenta para publicitários e otimizadores de sites, pois com ela eles podem acompanhar as tendências e oferecer os itens mais buscados para os clientes.

Post inaugural

Opa, meu nome é Ralph Almeida e neste blog tratarei de assuntos relacionados a SEO (Search Engine Optimization), SEM (Search Engine Marketing), que envolvem as formas de otimização on-line e off-line para se ter uma boa colocação dos sites nos mecanimos de buscas, aumentando consideravelmente o número de acessos a eles.

E como qualquer fã do google, falarei BASTANTE sobre as atualizações que o Google efetua em seus diversos serviços on-line, seus lançamentos, novidades e curiosidades, visto que utilizo quase todos os aplicativos on-line do Google, e procuro estar sempre por dentro das novidades, e com isso, estarei repassando-as a todos através deste blog.

Abraços e até o próximo post ;)