Google Analytics começa a medir campanhas de TV

O experimento do Google de vender e medir anúncios de TV na rede via satélite Dish está se tornando mais interessante. Há um mês atrás o Google começou a vender anúncios de TV através do AdWords. Agora ele pega todos os dados de exibições dos anúncios e mostra no Google Analytics (clique na imagem para ampliar). As informações são bem básicas por enquanto, mas já dá pra imaginar o futuro de como serão medidas as campanhas publicitárias: tudo no mesmo lugar, na mesma ferramenta.

Com o Google Analytics, diversas empresas que já usam os dados para medir os acessos dos sites e a efetividade das campanhas de links patrocinados, poderão acompanhar e medir a efetividade dos anúncios veiculados na TV. Ele pega a quantidade de vezes que seu anúncio foi visto na TV e mostra esses dados no gráfico juntamente com a quantidade de pessoas que acessaram seu site, mostrando assim se sua campanha realmente obteve o resultado esperado.

Além disso o Google Analytics também mostra o valor dos anúncios, quantas vezes cada anúncio foi exibido e calcula o CMP (custo por mil visualizações).

Agora, imagina ver anúncios no rádio, impressos e outras formas de publicidade lado a lado com as campanhas na web e na TV. Com isso podemos ver onde o Google está querendo chegar. Ele quer dominar o mundo da publicidade, tanto online (que praticamente já domina) quanto offline, pois os anunciantes verão uma ferramenta extremamente poderosa que poderá medir todas suas campanhas de forma simples, rápida, online e objetiva, tudo num único lugar, e o principal, que realmente dá resultado.

Éééééé, essa charge que achei no blog do Thalles começa a fazer cada vez mais sentido.

Fonte: Techcrunch

Google Analytics estréia serviço de Comparação de Marcas

Verifiquei hoje uma nova função no Google Analytics, a Comparação de Marcas, em fase Beta.

Para acessar, basta clicar no item Visitantes no menu da esquerda e aceitar os itens do serviço.

Ao abrir, você escolhe uma categoria que mais se adeque ao seu site, após isso, ele verifica as informações de outros sites que também se encaixam nessa categoria e confronta as informações do seu site em relação à outros das mesmas categorias.

Serviço muito interessante que permite avaliar como anda seu site frente aos concorrentes!

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Taxa de rejeição: bom ou ruim?

Quem utiliza softwares de estatísticas para páginas web já se deparou várias vezes com esse termo: Taxa de Rejeição.

O Google define taxa de rejeição como o seguinte:

“A porcentagem de visitas a uma única página (como as visitas em que uma pessoa sai do seu site na mesma página em que entrou).”

Olhando por um lado, parece ruim, pois dá a entender que a pessoa entrou no seu site, não gostou do conteúdo e saiu rapidamente sem ver outras páginas do site. Mas pode ser diferente.

Vamos supor que estamos buscando por notícias sobre o “Novo Volkswagen Gol” no Google, e nos deparamos com centenas de resultados. Aí uma das primeiras notícias nos leva a um site onde explica tudo sobre o novo Gol, com fotos, valor, motorização, acessórios, etc. Então ficamos lendo tudo, vendo as fotos e nos satisfazemos com aquela informação e pronto. Encontrado o que eu estava procurando, saio do site. Fui ali só pra ler aquela notícia e saí satisfeito com a informação que encontrei.

E isso acontece demais, muitas pessoas entram em sites através de mecanimos de buscas à procura de informações. Achada a informação, a pessoa entra no site, lê e sai logo em seguida. O webmaster desavisado vai achar que o site que ele fez é ruim, pois a taxa de rejeição está alta, mas se olharmos bem, ela não é tão ruim assim, pois pode ter satisfeito centenas de usuários com as informações que eram necessárias naquele determinado momento. Se o site for bem otimizado (SEO), aquele usuário pode voltar novamente ao site ao realizar novas buscas em sites de pesquisas.

Assim, concluímos que o termo “rejeição”, que leva ao negativismo, pode ter seu lado bom às vezes, tudo depende do que o usuário desejar e estiver procurando.